quinta-feira, setembro 25, 2008

A Velhice... End Of The Line (Traveling Wilburys)

Este é um assunto que me interessa cada vez mais, quanto o tempo que me resta é cada vez menos.

Seleccionei estas citações das que se encontram no "Brain Candy Quotations". Escolhi-as por me serem verdadeiras e por apontarem para muitas direcções... no fundo, "old age is always an unfinished business" (e esta citação é minha)!

Old age is no place for sissies. (Bette Davis)

Perhaps being old is having lighted rooms inside your head, and people in them, acting. People you know, yet can't quite name. (Philip Larkin)

At age fifty, every man has the face he deserves. (George Orwell)

We do not count a man's years until he has nothing else to count. (Ralph Waldo Emerson)

Nobody grows old merely by living a number of years. We grow old by deserting out ideals. Years may wrinkle the skin, but to give up enthusiasm wrinkles the soul. (Samuel Ullman)

Age is a question of mind over matter. If you don’t mind, it doesn’t matter. (Satchel Paige)

How old would you be if you didn't know how old you was? (Satchel Paige)

Like our shadows,
Our wishes lengthen as our sun declines.
(Edward Young “Night Thoughts”)


E agora, a música com Bob Dylan, George Harrison, Roy Orbison, Tom Petty e Jeff Lynne, ou seja, The Traveling Wilburys!



...
Well it's all right, riding around in the breeze
Well it's all right, if you live the life you please
Well it's all right, even if the sun dont shine
Well it's all right, we're going to the end of the line!

4 comentários:

Xantipa disse...

Olá!
provavelmente não me fica bem dizê-lo, mas leia este postais:
http://senhorasocrates.blogspot.com/2007/06/ir-terra-indcios-da-minha-velhice.html
e
http://senhorasocrates.blogspot.com/2007/06/prazer-da-velhice.html
:)
Um beijinho

Rui disse...

Gostei de ler. Obrigado. É curioso como Séneca começa por negar a consciência da sua idade. Depois compreende que é uma batalha perdida e decide, num movimento deliberado, aceitá-la. Mas como faz isto de uma forma quase intelectualizada, esforçando-se até ao exagero por apresentá-la a uma luz favorável e serena, não consegue ser muito convincente - nem para ele próprio, daí a compulsão de exagerar.
Mas isto é a minha vivência a falar: por exemplo, não acho que seja "o último copo" aquele "que dá mais prazer", mas sim o primeiro, aquele que está envolvido pela totalidade da nossa atenção e silêncio, aquele que vem nimbado da expectativa da surpresa e da descoberta.
De qualquer modo, o desafio que Séneca nos propõe à nossa inteligênca, e que é reforçado por uma fina ironia que envolve as suas palavras, é estimulante e sempre agradável de ler. Obrigado, mais uma vez. Bjs

Xantipa disse...

Obrigada pelo trabalho a que se deu para ler Séneca.
Devo confessar-lhe que muitas coisas que cito de Séneca são mais provocações do que algo que eu aceite sem discutir. Aliás, discuto imenso com Séneca.
:)
Quantos aos copos que dão mais prazer, acho que cada gole tem o seu sabor. Mais silenciosos pela expectativa ou mais ruidosos pela celebração da descoberta, o ideal era cada um ser muito, muito saboroso.
:)
À nossa!

Rui disse...

Sim, eu também as sinto como provocação: fica-me a moer, procuro descobrir porquê e depois sai-me o comentário.
E também secundo o brinde: à nossa!